O mercado de estética no Brasil está em franco crescimento. Nos últimos cinco anos, o número de clínicas especializadas e profissionais atuantes nesse área aumentou em mais de 500%, segundo análise feita pelo SEBRAE. Com essa grande procura por tratamentos voltados para a beleza e maior qualidade do perfil estético, os pacientes também têm procurado por técnicas que se preocupem não somente com o tratamento em si, mas também com a causa dos problemas que levam a essas alterações estéticas.

Graças a essa procura, uma área de atuação que se ramificava da medicina estética começou a ganhar destaque no país: a estética funcional. Você sabe quais são as diferenças encontradas nessas intervenções e por que ela tem se tornado cada vez mais presente no mercado de beleza? Confira o artigo abaixo e tire suas dúvidas sobre esse assunto!

O que é a estética funcional?

Estética funcional é o nome dado ao ramo da medicina estética que atua não somente na resolução das queixas dos pacientes com relação à beleza, mas também levando em consideração a raiz do problema e a manutenção do bem-estar após o tratamento. Os profissionais que atuam com a estética funcional tem um vasto conhecimento dos métodos, técnicas e conceitos dos tratamentos voltados para beleza, mas são capazes de aprofundar no cuidado com o paciente, desenvolvendo uma abordagem específica, detalhada e moderna no tratamento corporal e facial.

A estética funcional é a maneira de se ter equilíbrio entre a beleza e a saúde, fazendo intervenções estéticas para este equilíbrio acontecer indo direto no problema e descobrindo assim o tratamento correto, tendo um resultado eficaz do problema estético.

Ao contrário dos tratamentos de estética convencionais, onde o problema apontado pelo paciente é tratado de maneira superficial, na estética funcional o que é tratado é a causa, tendo o resultado estético como consequência de todo um acompanhamento especializado e direcionado para as características individuais do paciente.

O que o profissional de estética funcional estuda?

Assim como o profissional de estética convencional, o especialista no tratamento funcional também tem conhecimentos voltados para a área de anatomia, histologia, dermatologia, endocrinologia, sistema circulatório e procedimentos estéticos cirúrgicos ou não invasivos. O diferencial desse profissional é que ele sabe utilizar seus conhecimentos para se aproximar da queixa do paciente e atuar exatamente no desenvolvimento do problema, sendo mais eficiente no resultado final do tratamento.

Quais são as especialidades dessa área?

O ramo de estética funcional apresenta várias técnicas que também são encontradas na estética convencional. Algumas das especialidades desses profissionais são:

  • Peelings químicos, mecânicos, biológicos e físicos;
  • Eletroterapia (ultrassom, radiofrequência, cavitação e criolipólise);
  • Acupuntura estética;
  • Micropigmentação;
  • Tratamento de acnes, rosáceas e cicatrizes;
  • Técnicas estéticas no pré e pós operatório;
  • Laser;
  • Fototerapias;
  • Cuidados estéticos para homens, mulheres, gestantes, negros, orientais e idosos.

Quem pode se especializar nessa área de atuação?

Para se tornar um especialista em estética funcional é preciso realizar um curso de formação ou pós-graduação nessa área. Tecnólogos em estética convencional e profissionais da área da saúde, como Médicos, Enfermeiros e outros, também podem estudar para obter o título de especialista nessa prática.

Para o profissional que atua com estética, a especialização em estética funcional pode ser um grande diferencial na hora de reforçar o seu currículo e também de lidar com o paciente no momento do tratamento.

Ficou interessado em saber mais sobre a formação nessa área de especialização? Confira o curso do Instituto Nepuga voltado para a especialização em estética funcional!

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