Saiu esta semana a sentença de um crime racial de desacato contra uma enfermeira que aconteceu em 2010, em Taquaritinga, Brasília.

A sentença que teve pena aumentada pelo fato do juiz considerar que o agressor, portador de diploma de curso superior em Medicina, deveria estar preparado para conviver com situações adversas, foi fixada uma indenização de R$8 mil além de três anos e três meses de reclusão do acusado.

A denúncia do Ministério Público do Distrito Federal revela que o médico acompanhava a esposa em uma cesariana numa clínica em Taguatinga. O crime teria sido motivado pelo fato enfermeira ter pedido ao acusado ajuda para transferir a mulher da maca para uma cama. Como resposta, o médico disse que estava pagando e que ela deveria chamar outra pessoa para ajudá-la. Ao sair do quarto, a vítima foi seguida pelo acusado, que começou a xingá-la e cuspir no rosto dela e dar um tapa em sua boca.

Em virtude dos fatos ocorridos na clínica, o acusado foi conduzido à 21ª Delegacia de Polícia, onde também desacatou os policiais civis e militares que se encontravam no momento do registro do flagrante. O acusado desceu as calças até os joelhos, ficando apenas com a roupa de baixo.

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