Todo e qualquer procedimento realizado em ambiente ambulatorial ou cirúrgico apresenta algum risco de complicação após sua aplicação. Por menores que sejam os riscos ou os efeitos colaterais de algum procedimento, é preciso que o profissional responsável pelo procedimento esteja pronto para trabalhar com as consequências indesejadas dessa situação.

Nesse artigo você vai conhecer um pouco mais sobre as complicações mais comuns encontradas em procedimentos estéticos e o que é possível fazer para minimizar esses riscos para seu paciente (e também para sua reputação no mercado). Confira logo abaixo!

O que são complicações estéticas?

Complicações estéticas são quaisquer tipos de reações adversas que podem se desenvolver no organismo de um paciente que acabou de passar por um procedimento estético de baixa ou alta complexidade. Essas complicações podem estar relacionadas com pequenas sensações de dor após o procedimento, ou até mesmo grandes quadros de infecção e risco de vida.

O profissional que trabalha com procedimentos estéticos deve estar pronto para identificar essas complicações e saber minimizar as consequências desses problemas, garantindo a segurança e o conforto do seu paciente após a aplicação das técnicas.

Quais são as complicações mais comuns nesses procedimentos?

Os procedimentos estéticos que apresentam o maior índice de complicações são, sem sombra de dúvidas os cirúrgicos, já que trabalham com técnicas mais invasivas e que exigem maior cuidado do profissional. Mesmo assim, alguns procedimentos realizados com laser, peelings e outros produtos químicos podem também apresentar complicações. Confira quais são as mais comumente observadas:

  • Cirurgia bariátrica: Esses são procedimentos estéticos que exigem uma grande mobilização de massa corporal e perda de sangue, além de uma grande capacidade do organismo do paciente em responder positivamente ao período de recuperação pós-cirúrgico. As complicações mais comuns são infecções e dificuldade de cicatrização.
  • Abdominoplastia: Assim como a cirurgia bariátrica, esse procedimento também mobiliza muitas estruturas corporais e expõem o organismo a procedimentos invasivos. As suas complicações mais comuns estão relacionadas com cicatrização e infecção durante o procedimento.
  • Lipoaspiração: A lipoaspiração é um procedimento que pode apresentar muitas complicações para o paciente se não realizado da maneira correta. As complicações mais comuns, além dos hematomas e as infecções, é a de formação de trombos, que podem prejudicar a saúde do coração e do pulmão.
  • Cirurgias de mama: Os procedimentos para aumentar e reduzir os seios também podem apresentar complicações. Além do risco natural de toda cirurgia que precisa ser realizada com anestesia geral, a cicatrização das feridas pode desenvolver quelóides e a infecção também pode ser encontrada nessas pacientes.
  • Lifting: O lifting, apesar de parecer um procedimento simples e inofensivo, pode apresentar complicações como hematomas no rosto, lesões nos nervos, necroses e infecções nessa região do rosto.
  • Laser: Todos os procedimentos de laser (depilação ou tratamento de manchas) podem apresentar risco elevado de queimaduras na pele, especialmente quando realizado por profissionais não preparados para aplicar essa técnica.

Outros procedimentos, como a cripólise, o botox, a radiofrequência, e outras técnicas estéticas mais invasivas podem apresentar riscos de complicação, mesmo que essas manifestações sejam raras.

Como minimizar os riscos de complicações nos procedimentos? 

Apesar de todo profissional qualificado e experiente também poder encontrar algum paciente que tenha apresentado complicações após o seu procedimento estético, a única maneira de minimizar os riscos é orientar o paciente a procurar sempre um especialista na técnica estética que pretende realizar. Para o profissional o estudo das complicações, da identificação dos problemas e da minimização dos riscos durante os procedimentos, é essencial para que ele saiba evitar essas consequências e, nos casos mais graves, tratar as manifestações.

A clínica onde é realizado o procedimento também pode ter muita relação com o risco aumentado de complicação. Ambientes que não contam com alvará de funcionamento, que não tem rotina de higienização e esterelização de seus materiais e que não contam com equipe de apoio treinada, podem aumentar significativamente a chance de o paciente desenvolver alguma complicação no período pós-procedimento.

Para um profissional que quer estar apto a aplicar os procedimentos estéticos de maneira segura, mas também saber tratar as possíveis complicações que qualquer paciente pode estar exposto, é importante contar com uma preparação científica e prática nessa área.

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