Ministério Público e Polícia Federal estão investigando a oferta irregular de pós-graduações por institutos não-credenciados

Sabemos que o Ministério da Educação (MEC) sempre barrou a oferta de pós-graduação por Institutos não-credenciados, ou sem registro não é mesmo? Propagandas de ofertas de pós-graduações feitas por institutos não-credenciados que não anunciavam a parceria com Instituição de Ensino já não são permitidas.

O MEC, anteriormente, aprovava a oferta de pós-graduação entre Instituições de Ensino Superior credenciadas com Institutos não credenciados.

Agora, isso não é mais possível. Só é aprovado a oferta de pós-graduações por Instituições de Ensino Superior credenciadas, ou seja, aquelas que possuem MEC ou credenciamento próprio no Ministério da Educação.

Vale lembrar que, a investigação está fortíssima em cima das instituições que estão irregulares. As parcerias apenas serão válidas entre IES credenciada com outra IES credenciada.

Qualquer desvio das explicações citadas é passível de denúncia no Ministério Público, Polícia Federal, PROCOM e CADE. É minha gente, o bicho está pegando, e desta vez várias instituições que estão agindo de má fé, serão descobertas.

Você já se perguntou se a pós-graduação de “Saúde Estética” ou correlata que você cursa e ou que pretende cursar é válida e reconhecida pelas novas regras do MEC?

As informações descritas acima nesse artigo, são de extrema importância, por isso é necessário ler com atenção e entender que, o seu diploma pode estar em jogo e não valer nada no mercado de trabalho justamente porque inúmeras instituições estão agindo de má fé e pilantragem.

Desde o dia 06 de abril de 2018 está em vigor uma nova resolução do MEC declarando que, parcerias e convênios não são mais permitidos entre institutos e IES após essa data.

Saiba Mais: Novas regras da Pós-Graduação Lato-Sensu no Brasil

O MEC, preocupado com cursos comprovadamente irregulares e com a “venda de certificados” por IES, proíbe de forma genérica, ampla e abrangente TODAS as parcerias com instituições não credenciadas (ou seja INSTITUTOS que não são IES).

O MEC APENAS PERMITE PARCERIAS NA OFERTA DE PÓS GRADUAÇÃO JUNTO COM INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR CASO AS DUAS SEJAM FACULDADES.

SBD e AMB não possuem credenciamento junto ao MEC

No dia 02 de Agosto de 2018, a SBD e o CFM atacaram o Instituto BWS e o Instituto Superior de Medicina (ISMD), alegando o fornecimento de diplomas irregulares pois ambas não seriam reconhecidas pelo MEC. Dá para acreditar? Veja as fotos da matéria:

  • Materia Sbd Certificados Irregulares
  • Materia Sbd Certificados Proibidos

    Fizemos uma busca no site do E-MEC e identificamos que ambas estão regulares perante ao MEC. Portanto, está evidente a perseguição da SBD contra a BWS e ISMD. A matéria que foi lançada é totalmente sem sentido, pois o caso é bem antigo e já está solucionado. Façam me o favor. Querendo reviver um assunto já concluído?

    Quem deveria estar “tremendo de medo”, na verdade é a Sociedade Brasileira de Dermatologia e a Associação Médica Brasileira (AMB) que NÃO possuem credenciamento no MEC.

    Estas associações não estão autorizadas pelo Governo a fornecerem treinamentos e educação superior para a formação de profissionais especialistas. Parece que o jogo virou não é mesmo?

    Enquanto a BWS, a ISMD que são consideradas IES credenciadas pelo MEC, tais associações não passam de um clube de médicos que comercializam diferentes títulos de associados.

    Portanto, não têm moral alguma para criticar uma IES credenciada pelo MEC, que são submetidos a atos fiscalizatórios e controles de qualidades duríssimos. As legislações e exigências que incidem sobre as IES credenciadas são muito maiores que as legislações de associações médicas.

    Pedagogicamente, a jornada de um pós-graduando em dermatologia, biomedicina estética, farmácia estética, enfermagem estética e odontologia estética é muito maior que a de um titulado pela SBD/AMB.

    Vale a pena lembrar que enquanto um médico da SBD, em toda sua vida profissional foi submetido a menos de 300 horas/aula de assuntos voltados à cosmiatria (7% de das 3.000 horas), todos os demais profissionais estetas tiveram mais de 500 horas/aula totalmente voltadas para assuntos da estética.

    Apenas pós-graduações reconhecidas pelo MEC podem conceder título de especialista

    Deve-se atentar também para o fato de quando alguém procura um dermatologista da SBD/AMB, está procurando um médico com titulação de associado a um clube. A titulação dessas instituições são meramente para fins publicitários para que o profissional possa anunciar o mesmo como “Especializado em Dermatologia”. Oi? Como assim?

    Pois é, vale lembrar que apenas as pós-graduações reconhecidas pelo MEC irá conceder o título de especialista, além é claro de ser de autoridade do MEC a expedição dos certificados que titulam como especialistas todos os profissionais de todas as profissões do BRASIL.

    Tal relação entre médico e associação praticamente representa o mesmo vínculo entre um sócio torcedor de um time de futebol e o time do coração. Por isso a razão de tanta propaganda, vocês já perceberam isso? Por isso a razão da SBD/AMB ter de chegar ao ponto de difamar escolas médicas concorrentes

    Por isso a razão da SBD/AMB emitir pré-julgamentos de que apenas eles e ninguém mais são capazes de atuar com estética.

    Há também a caradura da SBD ao declarar que tal título emitido pela associação é para fins do médico se declarar à sociedade como “dermatologista”. Meramente fins publicitários do médico associado.

    Então vejam o tipo de valores e por quais causas tais associações lutam. Vejam que a SBD até mesmo se posiciona contra o MEC. A verdadeira razão disso é para tão somente assegurar monopólio e reserva de mercado.

    Portanto, é preciso abrir a caixa preta dessas sociedades médicas! Sociedades que pagam uma de bons moços, mas não passam de pessoas jurídicas de privilégio público e que realizam lucro privado. Uns verdadeiros lesa pátrias!

    IES credenciadas vão sofrer penalidades se realizarem parcerias irregulares com Instituições não-credenciadas

    Os “institutos” não-credenciados poderão sofrer duras penas com o Ministério Público e a Polícia Federal. Então, para que elas evitem esse risco, elas terão de virar IES credenciada, o que leva mais de 2 anos para concluir o processo de regularização;

    Os cursos ofertados por entidades não credenciadas pelo MEC são considerados cursos livres. As parcerias e/ou convênios celebrados entre IES credenciadas e Institutos não credenciados não mais podem acontecer e ou se renovar após a data do dia 06 de Abril de 2018, e tais atos são consideradas como irregulares e ilegais pelo MEC.

    Fiquem atentos, vocês podem estar sendo alvos de pessoas mau-caráter e que agem de má fé, e no final sabe quem vai “pagar o pato”? Você!

    Imagine só ingressar no mercado de trabalho com o diploma de uma instituição que não está regular junto ao MEC? A oportunidade de trabalho certamente será quase zero.

    Busque se informar, saber mais sobre a instituição que pretende ingressar. Lembrando que, perante as novas regras do MEC, apenas o NEPUGA/FAPUGA e a Faculdade Ibeco podem ofertar pós-graduação.

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