Doença de Parkinson: um “tremor” que pode ser amenizado

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O envelhecimento é um processo biológico normal e não deve ser considerado um problema desde que seu desenvolvimento seja saudável e no tempo certo
Quando isso não acontece sofremos diversas consequências, entre elas estão as doenças consideradas debilitantes e incuráveis (como a Doença de Parkinson), que resultam na degeneração e até mesmo na morte das células nervosas.
A doença de Parkinson é caracterizada pela instabilidade postural, tremores, sinais cardinais de rigidez, bradicinesia e acinesia e ela está intimamente interligada ao processo de envelhecimento devido à aceleração da perda de neurônios dopaminérgicos com o passar dos anos.
Estes trazem como consequências limitações na vida das pessoas, despertando nelas um sentimento de incapacidade, repercutindo em baixa qualidade de vida.
Habitualmente a doença de Parkinson não é considerada hereditária (exceto quando ela é muito precoce) e caracteriza-se por ocorrer a partir dos 50 anos de idade, mas atualmente, temos observado inúmeros casos que surgiram precocemente, por volta dos 35 anos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Doença de Parkinson está em segundo lugar no ranking de casos de disfunções neurodegenerativas no mundo, sendo 19 novos casos por ano, a cada 100 mil habitantes. Desse número, estima-se que entre 3 e 6 por cento, sejam Parkinson Precoce.
Doença de Parkinson Precoce
A Doença de Parkinson não acomete apenas idosos. Quando assim, ela é subdividida em dois grupos, o Precoce, onde a doença se manifesta entre os 21 e 40 anos, e o Parkinson Juvenil, que seu início vem antes dos 21 anos de idade.
Quando isso acontece, ela é predominantemente de origem genética e seus principais sintomas são a bradicinesia, rigidez muscular e depressão.
Tratamento e prevenção da Doença de Parkinson
Embora ainda não tenha cura, os sintomas desta doença podem ser controlados e até mesmo aliviados com o uso de medicamentos, mas também com vida saudável, prática de atividades físicas e nível intelecto ativo, pois liberam dopamina, serotonina, noradrenalina e acetilcolina, que trazem vitalidade aos neurônios, protegendo o cérebro.
Uma dieta rica em tirosina, betacaroteno, vitaminas C e E, exercícios físicos regulares e sono de qualidade também são liberadores naturais dessas substâncias.
Mais uma vez podemos dizer que bons hábitos nos trazem mais vitalidade e um envelhecimento saudável.
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