Entenda na nova série do blog, qualidade do sono, os benefícios e a influência desta atitude nos tratamentos estéticos

Dormir é um ato rotineiro na vida de toda população e que precisa de atenção, quando se trata de cuidados pessoais. Quem dorme pouco ou mal pode ter que enfrentar as consequências na saúde e no cotidiano. Pensando nisso nós, do blog Enfermagem Estética, preparamos uma série sobre qualidade do sono e os mitos e verdades do que se diz respeito ao assunto.

E a curiosidade que muitos pacientes questionam é: dormir pouco engorda? Primeiramente é necessário entender o motivo da ausência do sono, que pode ser influenciado por ansiedade, estresse, preocupação corriqueiras ou até mesmo por motivos patológicos. Assim, esse distúrbio pode influenciar na qualidade de vida sim, automaticamente, intervir na ganha de peso.

Em pesquisa realizada pelo Journal of Clinical Sleep Medicine – revista acadêmica que reúnem diversos estudos da área da saúde – apresentou que dormir menos de sete horas por noite pode causar uma diminuição da capacidade de atenção, depressão e dificuldade de processamento de ideias, entre outros déficits. Além disso, uma noite mal dormida também pode levar ao aumento de peso e aumentar suas chances de ficar doente.

 

Falta de sono e o ganho de peso

Atualmente, a maioria dos tratamentos estéticos procurados pelos pacientes e relatado nas clínicas de estética é a perca de peso. Porém o tratamento em si, independente de qual técnica utilizada, precisa de uma atenção, pois fatores como o sono, alimentação e estilo de vida influenciam na potencialização dos resultados a serem alcançados.

Portanto, um sono de má qualidade impacta diretamente no apetite e no gasto energético, que será desempenhado pelo paciente, o que pode ocasionar, então, em uma representatividade no ganho de peso. O ato de dormir tem relação com os hormônios, sendo que um deles é o que controla a fome.

Quem dorme cerca de 4 horas por noite, por exemplo, que pode ser considerado um nível de baixo sono, tem mais vontade de comer alimentos calóricos, ricos em carboidratos, como doces, massas, entre outros. Sendo assim, noites mal dormidas ativam com mais intensidade uma área do cérebro responsável pela sensação de apetite, fazendo a pessoa ter mais vontade de comida.

Não apenas isso, mas quando se dorme pouco o paciente tem mais tempo para comer e beber, automaticamente, “engorda mais”. Entre outros aspectos a rotina de dormir ocasiona, ainda, um maior cansaço físico e mental, reduzindo a prática de atividades físicas e aumentando o tempo de sedentarismo.

 

Entendendo o paciente

Apenas o tratamento estético não produz milagres e precisa de um diálogo honesto e franco entre o profissional e o paciente, para entender, cada vez mais, a necessidade e os obstáculos que podem ser encontrados durante o procedimento. É fundamental aliar os cuidados com o corpo a práticas saudáveis, como manter uma dieta balanceada, não fumar, praticar atividade física regular e não deixar o estresse dominar corpo e mente.

Muitas vezes é necessário fazer o papel de um entrevistador, como um terapeuta, para entender a necessidade e como transformar isso no tratamento estético ideal. Entender a qualidade do sono do paciente auxiliará ainda mais o enfermeiro esteta na hora de suas consultas e como ajudar para a maior eficácia e eficiência do objetivo escolhido.

 

Semana que vem o blog trata mais uma curiosidade sobre a série do sono e o envolvimento com o mundo da estética.

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