Veja técnicas de eletroterapia para tratar a Fibro Edema Gelóide (FEG), conhecida com celulite

A celulite é um dos problemas corporais que atinge mulheres e, raramente, aos homens, e é uma das patologias que mais movimentam as clínicas de estética pois eles querem eliminar as tão temidas casca de laranja, uma das formas que a celulite se apresenta. Por isso, o blog Enfermagem Estética traz hoje um assunto interessante […]
Veja técnicas de eletroterapia para tratar a Fibro Edema Gelóide (FEG), conhecida com celulite
A celulite é um dos problemas corporais que atinge mulheres e, raramente, aos homens, e é uma das patologias que mais movimentam as clínicas de estética pois eles querem eliminar as tão temidas casca de laranja, uma das formas que a celulite se apresenta. Por isso, o blog Enfermagem Estética traz hoje um assunto interessante para os enfermeiros estetas, técnicas eletroterápicas e muito eficientes para acabar com a fibro edema gelóide (FEG), que é erroneamente conhecida por celulite. Vale lembrar que a eletroterapia é um dos procedimentos que está entre os 19 procedimentos que compõem a resolução da enfermagem estética publicada pelo Cofen (Conselho Federal de Enfermagem).

Afinal, o que é a Fibro Edema Gelóide (FEG)?

Erroneamente conhecida como celulite, essa é uma das patologias mais comuns, caracterizada por edema no tecido conjuntivo, causado principalmente pelo acúmulo de proteoglicanas no meio extracelular, que levam consigo grande quantidade de água. Pode ocorrer também um aumento do tamanho e número de adipócitos, o que causa uma compressão no sistema venoso e linfático, não afetando o arterial. O FEG pode ser causado por fatores predisponentes (hereditariedade, sexo, desequilíbrio hormonal), determinantes (estresse, fumo, sedentarismo, desequilíbrios glandulares e metabólicos, maus hábitos alimentares e disfunções hepáticas) ou condicionantes (perturbações circulatórias). Tem pois causa multifatorial e, para que se consiga bom resultado em seu tratamento, este deve ser feito com procedimentos variados e complementares, incluindo completa orientação ao indivíduo tratado, pois se o FEG for abrandado e os hábitos continuarem os mesmos (alimentação inadequada, álcool, fumo, sedentarismo etc.), os resultados serão transitórios.

Veja as técnicas eletroterápicas indicadas para o tratamento desta patologia

Corrente Galvânica É utilizada na sua forma pura (galvanização) ou em associação a drogas despolimerizantes (iontoforese). No caso da corrente galvânica pura os efeitos podem promover um incremento na nutrição do tecido afetado conseqüente ao aumento da circulação local, que ocorre principalmente no nível do pólo negativo, que é mais estimulante. A Iontoforese consiste em fazer penetrar no tecido, por meio da eletrólise, substâncias medicamentosas ionizáveis através do revestimento. Nele, é utilizada a corrente galvânica, onde a aplicação é feita por meio de um eletrodo em forma de rolete, passado sobre a região onde se deseja aplicar o produto. A polaridade da corrente deverá ser a mesma do produto. Os primeiros resultados aparecem em geral por volta da 6a ou 7a sessão de ionização. A duração é em média de 20 minutos. O número de sessões é de 20, podendo-se realizar novas sessões após um descanso de 1 mês. Existe uma série de ativos utilizados em eletroterapia, obtidos de derivados vegetais (alcachofra, hera, gingko biloba), minerais (silício, argila verde), tieroideanos (triiodotiroacetato), enzimas proteolíticas (tiomucase), que quebram as longas cadeias de mucopolissacarídeos em cadeias menores. Os princípios ativos devem permitir o aumento do catabolismo lipídico, maior eliminação de água retida no interstício, promover a despolimerização dos mucopolissacarídeos e incrementar a microcirculação cutânea. Fonte: DGM Eletrônica [widgetkit id=”10″ name=”BANNER PÓS-GRADUAÇÃO ENFERMAGEM – 30-01-2017″]

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