Ministro da Educação quer eliminar oferta de cursos EAD na área da saúde

“Não dá para treinar um profissional na área de enfermagem, via educação à distância. Isso é uma coisa que não faz nenhum sentido.” – Mendonça Filho O ministro da educação, Mendonça Filho, quer eliminar a oferta de cursos EAD na área da saúde. Segundo ele, como os cursos exigem uma formação prática maior, os treinamentos […]
cursos EAD na área da saúde

“Não dá para treinar um profissional na área de enfermagem, via educação à distância. Isso é uma coisa que não faz nenhum sentido.” – Mendonça Filho

O ministro da educação, Mendonça Filho, quer eliminar a oferta de cursos EAD na área da saúde. Segundo ele, como os cursos exigem uma formação prática maior, os treinamentos dos profissionais devem ser presenciais. Você concorda? A declaração do ministro é uma reação aos dados apresentados pelo Censo da Educação Superior de 2016. Os dados divulgados revelam que houve um aumento de 20% no ingresso de estudantes em cursos EAD nos últimos dois anos.

Veja esses dados no infográfico abaixo:   

[widgetkit id=”45″ name=”info ead”] O ministro destaca que a oferta de cursos a distância é uma tendência mundial, e que o país não pode ficar fora das inovações tecnológicas na educação, porém afirmou que o Ministério da Educação (MEC), será muito rígido e duro. “Para que a EAD não comprometa a boa formação profissional, principalmente naquilo que afeta vidas humanas” – disse Mendonça Filho.

Conselhos de classe também são resistentes a cursos EAD na área da saúde

A oferta de cursos com aulas predominantemente a distância, autorizada em junho pelo MEC, tem encontrado resistência de conselhos profissionais da área da saúde, como o COFEN.  O órgão deixou bem claro que a defesa do ensino presencial e de qualidade é uma prioridade. Durante um encontro sobre o ensino a distância na graduação em saúde, promovido no início deste ano, representantes dos 14 conselhos profissionais (federais e regionais) da área da saúde, se mostraram contra a proliferação de cursos EAD. A posição deles é contrária a qualquer flexibilização da legislação vigente no sentido de favorecer a proliferação dos cursos EAD na Saúde. E tentam buscar junto ao Ministério da Educação a exclusão da formação de nível técnico e superior dessa área por meio de EAD, na proposta de alteração do Decreto 5.622 que o órgão editou e pretende publicar. A intenção é banir da área da saúde os cursos com matriz curricular 100% a distância, o que será buscado também em leis, por meio de articulação política no Congresso Nacional, nas assembleias legislativas e câmaras municipais. Fonte: G1 e Cofen [widgetkit id=”10″ name=”BANNER PÓS-GRADUAÇÃO ENFERMAGEM – 30-01-2017″]

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